28/10/2012

Vencedor do Concurso Seja o Novo!


 YATTAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!
 Sim! Parece mentira pra mim ainda, difícil de acreditar, mas eu sou o vencedor do concurso nacional de mangá realizado pela revista Ação Magazine!!! Uau! Por onde começar esse texto? Só sei que vou falar um monte. Leiam só se tiverem paciência. 
 Tentar descrever a sensação de conquista que estou sentindo é besteira. Tudo que posso dizer é que estou feliz demais com isso, mesmo. Só não chorei quando fiquei sabendo porque não acreditei. Aliás, duvidei até o último momento, quando vi uma foto do mangá nas páginas da revista, só aí pude ter certeza.
 Não é novidade pra quem acompanha minha trajetória que ter uma história publicada nas bancas é meu sonho desde que decidi fazer quadrinhos. Um sonho distante que começou desde que me lembro de existir. Entre as minhas primeiras memórias estão as de quando meu tio levava bloquinhos de anotação de presente (o melhor que eu podia receber na época) e eu desenhava bonequinhos do Chapolin que minha mãe ensinou a desenhar em histórias que não me lembro o que acontecia.

 Desde então eu sempre soube que queria isso. É o que chamamos de sonho, da forma mais simples mesmo. O mangá veio depois que já tinha desenhado muitas histórias de heróis junto com meu irmão (que pelo visto foram jogadas fora, pois não consigo achar). Dragon Ball foi o primeiro, em 2000 (quando eu tinha uns 9 anos) e acho que por volta de 2003-2004 já havia me tocado de que queria fazer aquilo. Não exatamente aquilo, mas sim transmitir meus sentimentos as pessoas daquela forma.
 Nessa época já comecei a criar várias histórias e personagens, treinava todo dia, porque nunca me considerei um cara com talento, e pra cobrir isso, só com trabalho duro mesmo. Por isso me identifiquei tanto com o Rock Lee ao ler Naruto. Eu esperava alcançar um "nível mínimo" de desenho para contar uma história, coisa que eu mesmo inventei pra mim.

 Em 2008, com 16 anos, eu acreditava que havia alcançado esse nível mínimo e fiz o Interhigh Fight!, movido por um concurso (mas não mandei). Hoje tenho até vontade de tirar ele da internet, mas faz parte do meu caminho e ainda acho ele "liveu". No mesmo ano, mas depois de fazer 17 vieram mais 2 one-shots curtos. Em 2009, após acabar o ensino médio e não passar no vestibular, passei por uns tempos realmente duros. Levei umas porradas de realidade, trabalhava o dia todo e chegava morto em casa. Esse ano não produzi um único mangá, apesar de ter desenhado bastante e refletido muito. Pensar em desistir eu nunca pensei, mas nessa época tinha medo de que um dia chegasse a desistir, ou que simplesmente continuaria da forma que eu estava.

20/10/2012

Resenha + Fanart #04 - Konjiki no Gash!!

 Muitos acham infantil, outros desvalorizam, mas a verdade é que ainda não conversei com alguém que leu esse mangá e achou ruim. Konjiki no Gash, um mangá que já falei sobre uma vez, agora no quarto Resenha + Fanart do Puff no Piripaf.
 Publicado na Shonen Sunday de 2001 à 2007 por Makoto Raiku e com duração de 33 volumes, Konjiki no Gash é um shonen muito acima da média. Começo dizendo isso já pra eliminar preconceitos que são construídos seja pelo traço do mangá ou pela sua premissa.
 A história se inicia com Kiyomaro Takamine, estudante gênio que é surpreendido pela chegada de Gash, um garoto que perdeu a memória e não sabe quem é direito, apenas possui um livro vermelho com linguagem desconhecida consigo. Ele veio da Inglaterra a pedido do pai de Kiyomaro, com a missão de o ajudar a melhorar como pessoa, pois por ser muito inteligente ele se isola e age arrogantemente com os outros, se sentindo superior. Essa parte inicial da "conversão" de Kiyomaro já é marcante e faz o leitor gostar dos personagens rapidamente (coisa que acho estar demorando pra acontecer em mangás shonen mais atuais).
 Kiyomaro é contaminado por Gash e descobre que o livro vermelho possui o poder de invocar magias para o garoto usar. Com isso o mistério sobre Gash aumenta e só é esclarecido quando a dupla se encontra com Brago e Sherry, que explicam a eles que Gash é na verdade um demônio que foi enviado para a terra junto com outras 99 crianças demônio para decidir em uma batalha que ocorre a cada mil anos quem será o próximo rei de seu mundo. Para conquistar esse objetivo é necessário destruir os livros das outras crianças, que quando queimados fazem com que eles sejam enviados de volta ao mundo dos demônios.
 Inicialmente Gash se sente perdido e não tem nenhum objetivo, mas ao ver a tristeza e o sofrimento gerados pela batalha milenar ele decide se tornar um rei bondoso, para que nada disso possa acontecer novamente. Aí que a história vai se desenvolvendo junto com o crescimento da dupla de protagonistas e a aparição de vários personagens marcantes.


11/10/2012

Tools Challenge Impresso?

 Fala galera, beleza!? Hoje venho trazer uma enquete pra vocês, que está na página do Tools no Facebook, caso alguém não tenha visto ainda. É uma pesquisa pra ver quanto vocês pagariam pelo volume 1 do Tools Challenge. Ele viria com 150 páginas (5 capítulos + extras) e uma qualidade superior aos mangás de banca normais aqui do país. Preciso disso pra tocar o projeto pra frente, então, ajudem! Cliquem na imagem abaixo e respondam.

08/10/2012

Capas de Livros: Encontro de Bandeiras

 Mais uma capa de livro que fiz para a EDUFU. Sem o texto de contra capa.


Vencedor da Enquete na Revista Nanquim 6! (E Outras Coisinhas)

 Olá leitores do Puff. Demorei pra postar esse mês mas vamos lá. O Tools ganhou a votação como a mió da edição 6 da Revista Nanquim! Fiquei feliz por ver a força do pessoal que curte o mangá, muito obrigado por votarem, pessoal. Assim o mangá vai consolidando seu lugar de destaque na internet. A votação ficou assim:


1º Tools Challenge       63
2º Egoman                  54
3º Heart Of Sphere       48
    Dark kingdom           48
4º S.P.Y.                    47
5º Ta No Sekai            45
6º Skull Hunter            30
7º Wild Busters            26
8º Orbes                    23



Estou colocando um vídeo que fiz para a faculdade (mesma matéria do vídeo da Tiê). Dessa vez o resultado não foi tão bom quanto o outro, acredito, mas está aí.


Agora uma besteirinha. Fuçando nos rascunhos do blog que deixo preparados pra postar, encontrei esse aqui:

"Este mês a revista Neo Tokyo teve seu volume 71 lançado, e nela há uma matéria sobre a Ação Magazine. E daí? Novamente, meu fanart do Madenka apareceu por lá!!! E não estava na página destinada a arte dos leitores (até por que eu não mandei o desenho para a revista) mas sim na página da matéria, integrando a página. Achei muito legal (não sou xarope)."

Não publiquei simplesmente porque tentei entrar em contato com a revista várias vezes pra me disponibilizarem a página e eles não fizeram isso" Tem base? O desenho foi publicado sem eu saber, e tudo que eu queria era um arquivo pra postar aqui no blog. Triste, mas é isso aí. Já foi tem muito tempo.